29 de Abril de 2012

As estórias que contamos

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Outro dia eu estava pesquisando a forma correta de escrever estória, quando estivesse falando de uma estória minha ou de alguém e não da História do Brasil ou do mundo. E descobri que tanto faz, pode ser com H ou com E, então escolhi escrever assim para diferenciar mesmo.

As estórias que contamos, fora aquelas que falamos para as crianças na hora de dormir, são as que falamos para nós mesmas. Tem gente que diz que tem até um ser interno que mora dentro da própria cabeça e que não para de falar! É o seu caso?

Acho que todo mundo tem esses pensamentos, essas estórias que fica contando para si mesmo dia pós dia. A grande pergunta é: qual é a qualidade dessas estórias?

Você tem pensado coisas como “Sou capaz, posso realizar tudo o que eu quiser”, “Quando eu me comprometo sei que faço muito melhor do que qualquer outra pessoa”, “Minha família e meu relacionamento são maravilhosos e justamente por isso me dedico 100% para se manterem assim”? Ou as estórias estão mais parecidas com “Não nasci para fazer exercício físico”, “Meus filhos não me priorizam”, “Sabia que não ia dar certo”.

É preciso cultivar estórias possibilitadoras, estórias que foquem no lado bom da coisa. Aquilo que alimentamos em nós, cresce. O que não alimentamos, uma hora acaba.

Então, a dica da semana é: estar atenta às estórias que sua voz interna está te contando e criar estórias positivas. Geralmente quando focamos no que pode dar errado é isso que vemos e quando focamos no que pode dar certo é isso que acabamos percebendo.

Só somos capazes de enxergar fora de nós aquilo que já existe na gente! E se você gostou e pensa em aplicar na sua vida, deixa seu comentário, vou adorar te conhecer! Um beijo!

Por Gisele Dahis.

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